O primeiro game de Gabriel Maki, o jovem designer criador de Coralina, é uma produção com um aspecto parcialmente angustiante, tratando de uma jornada da jovem que dá título à obra, cujas memórias estão perdidas no Limbo e que busca solucionar os casos e consequências derivados de sua situação com o auxílio de um corvo com uma cartola, figura que evoca maus agouros no dito popular e que a acompanha ao longo da aventura.

Trata-se de um RPG em que o jogador controlará Cora, a protagonista estudante de Cinema que de repente se vê mergulhada na situação traumática tema do jogo neste mundo psicodélico do esquecimento, em que busca descobrir o motivo de certas mortes acontecerem. Uma investigação pelo espaço e tempo, através dos labirintos que interligam o oblívio e as emoções humanas.

Na sequência, o desenvolvedor deu vazão à sua verve criativa com Coralina: a Memory Tale, aventura mais complexa e envolvente que explora temas mais sensíveis com uma história de descobertas e amor.

O resultado desta conversão de teor psicológico e nostalgia fantástica pode ser comemorado pelo designer e pelos fãs da saga. “Coralina chegou à marca de mais de dez mil cópias vendidas, espalhadas por computadores e consoles de última geração!”, escreveu recentemente seu criador em uma postagem no Instagram, agradecendo o apoio de todos e definindo este feito como “uma marca e tanto para um jogo independente”.

“Sou muito grato pelos últimos três anos, e que venham mais! Em breve lançarei o último capítulo da história! Fiquem atentos!”, comemorou, destacando que a nova aventura está em produção e deve chegar em breve às plataformas digitais.

Imagem: reprodução

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