Nos anos 60, as crianças que tiveram a felicidade de morar em um lar com TV – daquelas com válvulas e tubo de raios catódicos em preto e branco – puderam assistir os seriados japoneses que traziam heróis como Ultraman e Nacional Kid antes ou depois de irem para a escola. Nos anos 90, o TV Manchete fez o mesmo pela garotada, com uma quantidade muito maior de séries e protagonistas de todas as cores.

Os tempos evoluíram, a cultura digital adentrou os lares e os games passaram a ser produzidos com grande quantidade e qualidade no Brasil, realizados por talentos que exportam seu know-how com ginga nacional e excelentes produções, reconhecidas no mundo todo. Foi então que a equipe do estúdio brasileiro Gixer, inspirada na cultura dos Tokusatsu, como são conhecidas estas séries de heróis contra monstros gigantes em cenários de papelão, começou a produzir Changer Seven, jogo que coloca os jogadores na pele de personagens que se transformam e trabalham em conjunto para vencer as forças do mal.

A partir desse conjunto de ideias, o game traz a aventura para o solo brasileiro, em um eletrizante gênero de pancadaria, com os confrontos em plena Avenida Paulista, em São Paulo, e para edificações reconhecidas, como o MASP, Museu de Arte de São Paulo, e o Rio de Janeiro, entre outras localidades. “Um jogo de ação em 3D inspirado em Super Sentai, com um toque da cultura brasileira e uma jogabilidade hack’n’slash de primeira linha”, como apresenta o time de desenvolvedores.

O jogador entra na aventura na forma de um esquadrão de super-heróis em um sistema de combate baseado na alternância de personagens em combate e na assistência mútua, além de participar de missões paralelas, nas quais será necessário explorar as áreas da cidade, auxiliando a população e impedindo o domínio das forças do mal.

O jogo conta com características como a modalidade Changer Seven Party, na qual o jogador controla seu personagem Changer favorito, Batalhas de Tag-Team, onde é possível chamar lutadores assistentes, os famosos side-kicks, para ajudar na luta, derrubar os vilões, para poder retomar às áreas dominadas pelos malfeitores em diferentes pontos da cidade, e lutar contra os exércitos de capangas, eliminando todos os bandidos.

A produção conta ainda com características como a modalidade Changer Seven Party, na qual o jogador controla seu Changer favorito, Batalhas de Tag-Team, onde é possível chamar personagens assistentes para ajudar na luta, Derrube os vilões, que permite retomar áreas dominadas pelos malfeitores em diferentes pontos da cidade, e Lute contra seus capangas, com a destruição total dos bandidos.

O game ainda oferece missões paralelas, em que o jogador deverá explorar as áreas da cidade e auxiliar os cidadãos e impedir o domínio do mal. Adicionalmente, a trilha sonora cheia de energia que insere dinamismo e a sensação de vivenciar os típicos combates de super sentais, é resultado das composições de Thiago Adamo, profissional da da Game Audio Academy, de comprovado gabarito no mercado nacional de jogos digitais, e Ricardo Cruz, do JAM Project.

“A ideia veio justamente porque eu queria muito heróis brasileiros”, afirmou Juno Cecílio, CEO do estúdio, em vídeo do estúdio postado no Instagram. “Eu sempre pensei que o Chapolin era brasileiro, Eu gostava muito de Jaspion, mas era em Tóquio, os Vingadores era em Nova York, porque não tem alguma coisa aqui no bairro do Bexiga?”, perguntou, espirituoso o game designer.

Changer Seven já está disponível na loja virtual Steam, para os fãs de séries japonesas e games de confrontos entre heróis e vilões.

Imagem: reprodução

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